Banguela
Na ânsia de economizar, alguns motoristas deixam o carro em ponto morto nas descidas. Em primeiro lugar pode ocasionar uma sobrecarga no sistema de freios que não conta com o freio motor para auxiliá-lo. E o que é pior: nos carros modernos, com injeção eletrônica, o consumo em ponto morto é maior do que com o carro engrenado.
Braço na janela
Além do perigo de não conseguir efetuar uma manobra de emergência, pode custar uma multa de R$ 85,13 e perda de quatro pontos na carteira.
Direção Hidráulica
Se seu carro tem direção hidráulica, evie girar o volante com o motor desligado. Isso pode forçar a tampa do reservatório, causando derramamento de fluído ou até mesmo o deslocamento dela.
Mesmo com o motor funcionando, não se deve deixar o volante completamente virado mais do que 15 segundos. Nessa condição o óleo fica bastante aquecido pela bomba da direção hidráulica, o que pode causar danos no sistema além de ruídos.
Embreagem
Muitos brasileiros deixam o pé apoiado sobre o pedal da embreagem enquanto dirigem. É um dos vícios mais comuns e difícil de ser eliminado. As alavancas desse sistema são responsáveis por multiplicar de oito para 400 quilos o peso aplicado sobre o pedal para separar o disco de embreagem do platô.
O é constantemente apoiado sobre o pedal acelera o desgaste do disco, molas e rolamentos em até 40%.
Mão na alavanca
Dirigir com a mão sobre a alavanca de marchas força o trambulador (peça fundamental na ligação entre o câmbio e as engrenagens da transmissão) e seus terminais, que podem se desgastar excessivamente.
Não esquente
Veículos mais novos, que possuem injeção eletrônica, não precisam ser aquecidos antes de entrar em movimento. O sistema programa a lubrificação e a mistura ar/combustível.
Além disso, a maior eficiência da bomba de óleo e de gasolina proporciona o desempenho adequado mesmo com o motro frio.
Pegar no tranco
Deve ser evitado, principalmente em carros com injeção eletrônica, pois se a bateria estiver arriada, a bomba de gasolina não funciona e a central eletrônica exige uma tensão de pelo menos 8 Volts.
Ainda que o motor funcione, há o risco da correia dentada não suportar o "tranco" e "pular alguns dentes", quebrando o sincronismo do motor com as válvulas. Um prejuízo certo no bolso pois o motor precisará ser aberto.
Além disso, o combustível não queimado que descer pelo coletor de escape pode danificar de forma irreversível o catalisador (os mais baratos custam cerca de R$ 400).
Por fim, se for fazer a famosa "chupeta" (ligar uma bateria em ordem na descarregada), tome cuidado para não inverter os pólos. Isso poderia queimar a centra eletrônica, que custa mais de R$ 1 mil.
Quebra-molas
Um mau hábito é o de passar em uma lombada transversalmente (cada roda de uma vez) o que provoca maior torção da carroceria e pode até empenar o monobloco.
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